quarta-feira, 7 de maio de 2014

Armon Entrevista: L.L. Santos

Olá pessoal, como estão?

Mais um mês chegou e essa já é a nossa 15ª entrevista pelo Estúdio Armon. Dá a impressão de que o tempo está voando, não dá? Às vezes talvez, mas não é bem assim. Quando olhamos para o que tem por vir, parece que ainda vai demorar, mas quando olhamos para o que já passou, pensamos que passou muito rápido. O tempo é algo relativo. Mas chega de filosofar, isso é coisa para o nosso entrevistado do mês. Eu já o conheço há algum tempo, anos para dizer a verdade e posso dizer com orgulho que o trabalho dele foi um dos primeiros que conheci no meio dos quadrinhos brasileiros: L.L. Santos!


L.L. Santos é quadrinista, escritor, pensador e foi autor da história em quadrinhos Samurai Tchê. Muito comentada por muitos, por ser uma história com teor histórico e baseada em fatos reais. Paranaense de nascença, L.L. Santos tem se dedicado a publicação independente de seus livros, através do Clube dos Autores e tem diversas obras publicadas. Sem mais delongas, vamos a entrevista!

Estúdio Armon: Olá, Luciano! Nós nos conhecemos há anos e já estava mais do que na hora de eu entrevistá-lo pelo Estúdio Armon. Conte-nos como surgiu o seu gosto pelos livros e quadrinhos.
L.L. Santos: Acho que no quesito de quadrinhos é igual a todos os aficionados. Quando criança meus pais me deram um exemplar de Seleção Disney (que continha como primeira estória, uma daquelas onde é possível escolher caminhos. Mas na época eu nada entendi...) e Almanaque Disney (a capa é inesquecível: As Aventuras de um Ratinho Detetive). Em seguida veio a Mônica, Cebolinha, Cascão e Chico Bento. Com o passar dos anos, passei a conhecer outras HQs, e interessar-me na Marvel e DC (Crise nas Infinitas Terras foi a primeira HQ de heróis onde eu vi um enredo fodão). Aquelas edições formatinho da Editora Abril eram viciantes. Então eu torrava o dinheiro da merenda em revistas. Principalmente Chico Bento e Hulk. Já a leitura de livros demorou até eu engatilhar. Raramente lia algum romance. E quando o fazia, era por causa dos trabalhos de aula. E aquelas leituras obrigatórias não me faziam ter um interesse maior. Acho que não era o melhor caminho. Só após o término do ensino médio eu passei a ter vontade real de ler. Pois eu queria encontrar enredos que estivessem distantes daqueles da realidade escolar. Não lembro qual foi o primeiro livro que de fato que mudou minha perspectiva de leitura. Mas sempre achei que A Sociedade do Anel foi um marco. Já que anos antes, eu vinha tentando escrever algo que me deixasse satisfeito de forma realmente pessoal. Ou seja, escrever apenas para ter um texto guardado e sonhar com meus personagens. E a narrativa de Tolkien abriu minha mente e percebi que então era possível escrever da forma que eu quisesse, independente de narrativa ou enredo.

Armon: O que é “escrever” para você?
L.L. Santos: É andar onde ninguém mais pode. É ter a liberdade de alçar voo. De mergulhar nas mais profundas águas que só a imaginação pode conceber. É pensar e trazer algo bom à realidade. Poder usufruir de uma fantasia que antes de ensinar algo, tem o propósito de divertir não apenas quem lê, mas quem escreve. Portanto, escrever é ser quem eu sou de uma forma que ninguém mais possa perceber. Sou eu fictício permeado de meu eu do mundo real. É contar a verdade através da mentira de um enredo épico ou mesmo um breve poema de amor.

Armon: Você já tem diversos livros publicados através do Clube dos Autores. Primeiramente, nos fale um pequeno resumo de cada um deles.
L.L. Santos: Nenhum escritor sabe de fato falar com qualidade a respeito de seus próprios livros. Portanto, vou ter de comentar da maneira mais informal possível.


Bullying – Matando Aula, é sobre o cotidiano escolar. Além da vida privada em família. Um sujeito mascarado entra em uma sala de uma escola em uma cidade no interior do sudoeste do Paraná, e afirma que aquele é o último dia de aula. Dessa forma, ele quer que os alunos matem uns aos outros. Sei que pode soar tão somente como carnificina. Mas é a realidade do sistema de ensino que vai sendo explorada em meio ao horror de saber que a vida logo será levada embora. Não é uma leitura aconselhada a menores de 16 anos... 

Perséffone é uma fantasia ambientada na Romênia e outros países. São três personagens que tem suas próprias histórias e de um jeito ou outro acabam se encontrando devido a um fator: Drácula.

Perséffone – O que Ficou para Trás... É um livro especial que contém pouco texto e uma quantidade enorme de ilustrações que foram feitas antes mesmo do romance ter sido concluído. Esses desenhos deveriam ter sido inclusos junto da estória, mas por motivos técnicos, foi impossível fazer. 

Sonhos de uma Geração trata-se de um épico no Rio de Janeiro de 1960. Ditadura e revolução. Além de toda a fantasia que impregna a vida dos personagens. Não há um enredo central. É o cotidiano de pessoas que aos poucos vão fazendo parte de cenas que mostram que o tempo e o espaço estão distorcidos no Rio. Tem um monstro chamado de Pistoleiro que caça apenas mulheres. Tem o chefão do tráfico no Morro do Macaco vermelho. Tem a guerra ideológica entre igrejas. É uma espécie de degradação da sociedade. O clima é pesado, mesmo com o humor jogada aqui ou ali. É o meu livro favorito, apesar de ser antigo. Esse é mais um que não aconselho a leitores muito jovens... Pois além da violência, o palavreado também é forte... Foi o maior livro que escrevi. E sinto saudades de fazer algo tão grande novamente...

O Livro do Bardo é nada mais nada menos que 57 contos de terror, suspense, fantasia e ficção científica. Textos bizarros e com linguagem vulgar na maioria dos casos. Alguns contos só funcionam após a leitura de Sonhos... Também há umas 18 ilustrações...

Comos e Porques do Entendimento Humano são crônicas. Praticamente todas sobre o meu dia a dia. Algumas desventuras que eu achei interessante narrar e que de início eu mandava por e-mail a amigos.

O Pensar, O Andarilho sem Pés, O Caminhante das Sombras, A Estrada sem Fim e Manuscritos de Pedra, são coletâneas de frases, pensamentos, poemas, crônicas, contos e também ilustrações e rascunhos. Sempre posto alguns destes em minha página no Facebook ou no perfil. Às vezes faço o mesmo no Twitter, Google+ e até no Orkut...  



Armon: Como conheceu o Clube dos Autores e por que decidiu usá-lo?
L.L. Santos: Eu vi sobre o Clube em uma revista de literatura. Acho que era da editora Escala. Mas foram meses até que eu decidisse por conhecer de fato o trabalho dessa empresa. A decisão em optar pelo Clube foi pelo simples fato de que nenhuma editora topou publicar qualquer um dos meus livros. E como a publicação padrão se mostrou impossível, o Clube foi não apenas a única opção, como também a melhor. Já que assim eu posso escrever como e sobre o que eu quiser. Algo que uma editora convencional geralmente não aceita de forma alguma. A não ser com alterações.

Armon: Dentre as nossas obras, sempre tem aquela que temos mais carinho. Qual dos seus livros é o que mais você tem apreço?
L.L. Santos: Comentei acima que é Sonhos. Mas tudo o que um autor escreve, sempre é especial. Porém, também tem o fato de que o livro mais recente torna-se o favorito. No entanto, Sonhos foi onde eu pude realmente fazer muito do que eu sempre imaginei em termos de uma fantasia ambientada no Brasil. Mais especificamente no Rio.

Armon: Qual é o preço de criação de um novo livro? Conte-nos como surgem tantas histórias assim de uma única mente. (Risos)
L.L. Santos: Preço não tem. Já que as ideias estão aqui na cuca. E as estórias (e histórias) surgem devido ao cotidiano. O dia a dia que parece tão comum, em verdade oculta muitas ideias sem fim. Dá para fazer todo tipo de ficção ou mesmo poemas e crônicas com base nas conversas com amigos, as situações do comércio, a política, economia e o que mais nos rodear de perto ou de longe. Sejam estes nacionais ou estrangeiros. Tudo é estopim para criar uma narrativa. Antigamente eu rascunhava muitos desenhos para só depois trabalhar na escrita. Hoje sequer penso em enredos. Abro o processador de texto e vou escrevendo o que vem a mente. Mesmo que aparentemente não faça sentido algum, é ótimo para ver em que vai dar. E sempre funciona.

Armon: Além dos livros, você também fez fanzines durante um tempo. Como era fazer quadrinhos?
L.L. Santos: Ainda tenho preferência pelos quadrinhos. Se eu pudesse, voltaria a fazer hoje mesmo. É um prazer que o livro não te dá. Pois desenhar personagens em cenas de ação é muito mais impactante que apenas narrar à mesma cena em um livro. Mesmo que esta cena convença os leitores e leitoras, o poder de um desenho é algo além. Ainda mais se o traço realmente passar a sensação de velocidade e colisão. Até cenas de um casal apaixonado é algo maravilhoso de apreciar quando em uma cena de HQ. Livro e quadrinho são mídias diferentes. Assim como música e cinema. Ou games e RPG de mesa. Cada um com seu charme. Mas é inegável que a arte sequencial me atiçou desde a infância e talvez seja por isso que eu ainda sou apaixonado. Quem sabe ainda volto a fazer fanzines um dia. Apesar que o único que eu realmente amei produzir, foi o Samurai Tchê.

Armon: Samurai Tchê é uma obra única. Dificilmente vemos quadrinhos que valorizam a cultura regionalista no Brasil. Imagino que tenha demandado bastante pesquisa para criá-lo. Como foi a criação de Samurai Tchê?
L.L. Santos: Como o enredo de fundo da série é baseado em algo real, que aconteceu aqui em minha cidade e região, então é de conhecimento (quase) comum de (quase) todo mundo (daqui). Portanto, a questão de pesquisa histórica foi fácil. Mas na época em que surgiu a ideia, era apenas de uma versão em quadrinhos dos fatos. Eu ia chamar de 1957 – A História Que Ninguém Contou. Mas a meu ver a temática do que eu queria parecia didática demais. E isso em quadrinhos acaba por afastar os leitores. E principalmente o pessoal que nem tem noção que é baseado em fatos reais. Então desisti disso quando meu irmão falou por brincadeira, Samurai Tchê. Já que estávamos conversando sobre fazer com visual de mangá e até cartum. E como nosso conhecimento sobre o tema já era do cotidiano, foi apenas questão de se aprofundar mais na pesquisa. Mas de uma forma que a HQ não fosse apenas isso. Companhias de terra, derrubadas de pinheiros de Araucária e brutalidades como expulsões de colonos e assassinatos. Por este motivo, entre personagens reais, aparecem os fictícios. E estes fazem a aventura correr, transformando a realidade em uma fantasia exagerada com golpes e outras histórias dentro da estória e até da história. E como a mesma é permeada de muita violência, o ideal foi amenizar alguns pontos com humor. ST foi um quadrinho nacional que não forçava no sentido de provar que era brasileiro. Porque algumas pessoas na época achavam que devido a algumas imagens tratava-se de um genuíno mangá. E depois da descoberta isso gerava elogios ou então ataques. Mas de qualquer forma, ambos eram bem-vindos.
E tinha a questão do sotaque dos personagens. A maioria falava do jeito caipira e isso acabou gerando discussões se não deveria ser alterado... Pois personagens que vinham de outras regiões, tinham seu próprio jeito... Acho que no fim das contas, manter foi a melhor opção... Caso todos falassem de forma igual, perderia a autenticidade...

Armon: Há um bom tempo que Samurai Tchê está paralisado. O que aconteceu? Quem acompanhava sente muita falta. Você voltará a fazer quadrinhos?
L.L. Santos: Foram apenas 4 edições. O volume 5 até chegou a ser finalizado, mas não impresso. O custo com gráfica é alto. Ainda mais em se tratando de um fanzine que tinha a tiragem de 200 exemplares. ST 1 teve uma segunda, já que vendeu em apenas 3 dias. Mas, o valor de capa comparado aos mangás publicados por editoras, fazia o pessoal se afastar. Afinal, não dava para competir com títulos de 100 e 200 páginas com preço similar e o ST tinha apenas 32 páginas. E sem contar que a produção era lenta por ser apenas meu irmão e eu. Mesmo hoje ainda tem leitores que mandam e-mails ou no Facebook que pedem a volta da série. Nem sei mais que desculpa dar...   E como eu disse anteriormente, eu adoraria voltar a fazer quadrinhos de novo. Mas apenas o ST. Não compensa fazer uma nova série. Devido à realidade brasileira onde o mercado está entupido de títulos japoneses e americanos. Impossível sobreviver devido à quantidade e ao preço deles...

Armon: Em sua opinião, porque é tão difícil difundir a cultura dos quadrinhos no nosso país? Livros enfrentam as mesmas dificuldades?
L.L. Santos: Aqui no Brasil em se tratando de cultura, tudo é difícil. Há exceções como alguns estilos musicais que conseguem subir ao topo. Mas depois de pouco tempo caem, já que o gosto do público contemporâneo muda rapidamente. Mas no segmento de livros e quadrinhos, a situação apesar de não ser nada fácil e até crítica às vezes, deu uma leve melhorada. Hoje é mais fácil de achar livros de autores nacionais. São poucos se comparados aos estrangeiros. Mas ainda assim, somos uma parcela tão pequenina no mercado, que beira ao ridículo. Com quadrinhos é muito pior. Acho que se tivesse de escolher o profissional mais fudido do país, com toda certeza é o desenhista. Não apenas de quadrinhos, mas ilustrador em geral. São os caras que mais sofrem. Pois seus valores são considerados irreais e também são tachados como simples desenheiros e nada além disso. Ser desenhista não é pra qualquer um. A pessoa que detém esta habilidade é porque treina com afinco por anos a fio. Não existe um curso de fato que ensine a desenhar. Pode até dar noções, mas não vai dizer a alguém como fazer um personagem ou mesmo uma árvore. O mesmo ocorre com escritores. Um escritor de verdade ensina a si mesmo. Ele pode até fazer um curso de letras, mas não sai de lá com ideias. Nem mesmo com uma habilidade de narrativa. Mas ajuda com o quesito ortografia, obviamente.

E essa dificuldade na difusão de livros e HQs é porque nosso mercado está infestado de obras estrangeiras. Nada contra, mas não tem como competir de forma igual. É uma guerra onde à gente sempre sai perdendo. Os livros e HQs importados têm inúmeras vantagens. E o preço é o menor deles. Filmes, games, álbum de figurinhas, miniaturas, isso tudo estas obras internacionais tem. O desenhista e escritor brasileiro têm apenas o seu livro ou HQ para vender. Não tem condições de arcar com outras mídias.

Olha no Japão por exemplo. Os caras dominam o mercado mundial de quadrinhos. Lá, o Mickey Mouse, Batman e X-men fazem sucesso. Mas não são publicados. Os japas conhecem estes personagens através de capas de cadernos, chaveiros, cinema e outras quinquilharias. E o mais interessante, as HQs desses personagens que são publicadas na terra do sol nascente, são produzidas por japoneses. Entendeu? Eles não liberam o mercado deles de jeito nenhum. Pois eles sabem que mesmo tendo altíssima qualidade em suas obras, o público vai acabar se interessando mais por cultura estrangeira. E caso isso aconteça, adeus mangás... Pois os próprios japoneses já admitiram que andam saturados de seus quadrinhos e precisam de inovação... Porém, os profissionais da área não são loucos de abrir o mercado aos estrangeiros. Tem até algumas tiragens minúsculas que saem de obras estrangeiras. Mas em geral, não oficiais... E isso atiça o pessoal por lá...
Acho que é uma forma de proteger não apenas a cultura, mas o sonho de muitos se tornarem escritores e mangakás...
Aqui no Brasil é tudo errado. Aqui tem mais escritores que leitores. Mais desenhistas que leitores. E assim a conta não fecha. Porém, também temos péssimos desenhistas e escritores mequetrefes que vão na onda de livros estrangeiros.
Se nos EUA ou Inglaterra os livros da vez são vampiros e anjos ou bruxas, aqui os autores nacionais se prostituem da mesma forma...
Chega a ser patético.
Com quadrinhos é mais ou menos assim. Lembro-me da época de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco. O pessoal só fazia fanzine nos mesmos moldes. É claro que dessa forma não tem como a gente construir um mercado de respeito...
E claro, os leitores tem de se interessar pelos trabalhos nacionais. Só que com a qualidade da maioria dos títulos dá para entender o porquê da situação estar tão ruim. Mas já foi pior, bem pior...     


Armon: Quais são os escritores que você tem como referência para a sua obra? Cite nacionais e internacionais também se puder.
L.L. Santos: Eu gosto do Tolkien. Mas meu favorito é Stephen King. Adoro a Emille Brontë. Henry Fielding. Charles Bwkowski. E entre os brasileiros é Augusto Branco, Nelson Rodrigues e Paulo Coelho. Em verdade não tenho referências. Tenho paixão de produzir ao meu próprio jeito. Pois se eu não andar com minhas próprias pernas e usar referências, serei tão somente uma sombra. E isso em hipótese alguma desejo ser.

Armon: Pode nos adiantar algum plano que você tem para o futuro? Algum livro em mente ou algum outro projeto?
L.L. Santos: Meus planos são todos os dias. Escrevo poemas e contos ou crônicas diariamente. E depois é tudo compilado. Já no segmento de um projeto digamos, maior, eu estou cuidando de duas séries que estavam engavetadas. Ambas já citadas em outros livros. Mas ambas de fantasia. Pandemonium e Gun Mage West. O enredo é aquela mescla de dragões, celulares, tecnologia perdida e fundida a magia. Não são novidades. Mas a forma como se conta uma estória é o que faz a diferença. Também tem uma nova coletânea de contos de terror, Acorrentado ao Medo, e dois romances. Uma Garota Chamada Rosa e Escuridão. Todos esses tem referências em outros títulos.

Armon: Deixe seus links para quem quiser ler e adquirir seus livros. Onde podemos encontrá-los?
L.L. Santos: Talvez não apareçam todos. Ou por causa das revisões ou porque ainda não estão disponíveis:
Macaco Pensador (um site exclusivo para alguns escritores do Clube):

Armon: Muito obrigado pela entrevista! Desejamos muito sucesso nessa empreitada. Deixe um recado para quem está tentando trilhar o caminho de escritor neste exato momento.
L.L. Santos: Olha, não é fácil. Mas é ainda mais difícil se você não tentar.
O sonho é seu. Portanto, fodam-se as opiniões alheias e manda bala em seus projetos. Sejam estes de livros, quadrinhos, música ou qualquer outra mídia.
Obrigado por este espaço, Fábio. E sucesso ao Estúdio Armon.

***

Então é isso, pessoal... Bacana a entrevista, né?
Então quem gosta de escrever pode começar a criar suas próprias histórias e seguir seus sonhos!
Espero que tenham gostado de conhecer esse meu amigo de quadrinhos. E vamos dar força para ele seguir com seus livros e retomar o Samurai Tchê! Sucesso, Luciano!
Até a próxima, pessoal!

5 comentários:

  1. Muito foda!!! '-'

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  2. :) Parabéns pelo seu trabalho ...

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  3. Gostei da entrevista. Gostei dos pensamentos do artista. Me pareceu uma pessoa bastante equilibrada e que sabe o que faz, mesmo nos momentos onde é preciso deixar a fantasia imperar um pouco.
    Interessante a entrevista, e as respostas dele são ótimas. Desejo todo o sucesso do mundo a esse cara. E também desejo que mais artistas possam divulgar seus trabalhos on line ao invés de focarem apenas no impresso. Sabemos que não há nada comparado à satisfação de ter um livro em mãos e folhear páginas. Porém, para os artistas que possuem um orçamento limitado, é preciso sim valorizar o meio de leitura digital. Atra´ves da obra em arquivo PDF, JPG, CBR ou CBZ, é possível degustar de livros ou quadrinhos pela tela de um PC, notebook, tablet e talvez outros aparelhos mais, quem sabe...

    Abraços. Obrigado por me lembrar dessa entrevista. Às vezes o tempo é muito corrido para dar muita atenção a muitas responsabilidades do dia a dia. Muito obrigado!

    Fabiano Caldeira.

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    1. O Luciano é um dos caras mais centrados que eu já conheci desde que comecei a conhecer quadrinhos nacionais. Hehe. Que bom que gostou e entendo que a correria as vezes nos atrapalha em acompanhar algumas coisas.

      Abraços!

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